Sou uma vagabunda que anda à procura de ervas que me alegrem o quanto eu sou. Procuro o mais do infinito e gosto de registar tudo e o mais irriquieto, como se fosse uma estranha inocente que nunca tivesse visitado este mundo. Gosto de apreciar as flores e as árvores ao vento, em dias de chuva e também em dias de nevoeiro. Ouço o som das guitarras ao relento, e sinto o orvalho a cair-me nas mãos, achando-o triste, como se alguém se sentisse com muita gente igual a ele, mas lá no fundo se sentisse só e bem abandonado. Enfim, almas vagabundas que gostam de reflectir sobre estranhas experiências. (...) Eu sou assim.
rafaelaaaa !!!!! mal espero para nos encontrar'mos no algarve !!!! tenho emensas saudades tuas e da tua irma , dos nossos momentos e brincadeiras !!! adorote